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quinta-feira, 25 de abril de 2013

sexta-feira, 12 de abril de 2013

terça-feira, 19 de março de 2013

OS NOSSOS MELHORES ...




 BIBLIOTECA DO MEIRAL







            MELHOR LEITOR 

Rúben Silva Soares Santos
   Nº 23 -  T-21 - 2º ano




             

         MELHOR TURMA LEITORA

                   T - 19    1º ANO




sábado, 16 de março de 2013

sábado, 2 de março de 2013

PEDRO E O LOBO

EM MAIO VAMOS Á CASA DA MÚSICA VER ESTA OBRA. VAMOS VER OS 90 ELEMENTOS DA ORQUESTRA, ATORES E MAIS UMAS SURPRESAS. VEJAM COM ATENÇÃO OS FILMES PARA PERCEBEREM BEM A HISTÓRIA

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

sábado, 16 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O FILME QUE VIMOS NO CARNAVAL


Impy na Terra da Magia

Impy na Terra da Magia

Impy é um dinossauro muito esperto que vive com os seus amigos animais falantes na ilha de Tikiwu. Quando uma bonita e desajeitada Panda chamada Babu chega à sua família rapidamente todos se apaixonam por ela, para descontentamento do ciumento Impy, que deixa de ser o favorito da ilha. Ansioso por novos admiradores e aventuras, Impy decide deixar a ilha em segredo, aceitando uma oferta para se juntar ao parque de diversões do astuto empresário Barnaby. Uma vez no parque, Barnaby revela o seu lado malvado e aprisiona Impy. Mas a sua nova e inteligente irmã Babu vai em seu socorro, juntamente com todos os outros animais de Tikiwu! Só que o regresso a casa está cheio de perigos e para lá chegar os animais são obrigados a enfrentar uma série de atribuladas aventuras. Impy na Terra da Magia é um magnífico e divertido filme de animação para toda a família, cheio de humor, charme, música e muita ação.

 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Aqui pulicamos, três textos elaborados por alunos dos 3º e 4ºanos a partir da história "Uma carta ao Pai Natal" de Luísa Ducla Soares,  ouvida na "Hora do Conto".
 Felicidades Pequenos Escritores!


 
 
Uma Carta para o Pai Natal

Parte Final

No dia seguinte, o Zeca acordou e ficou maravilhado com o que vira. Sobre ele estava o casaco vermelho que pediu ao Pai Natal. Era um sonho tornado realidade. Nesse dia, quando foi para a Escola, todos os seus amigos perguntaram-lhe:
 - Zeca, recebeste a prenda que pediste?
 - Sim, recebi. É linda e muito quentinha.
 - O que é que pediste?
 - Eu pedi um casaco vermelho.
 - Ai sim?! Um dia gostaríamos de o ver.
 Zeca estava entusiasmado para lhes contar o que lhe tinha acontecido na noite de Natal, então começou:
 - Sabem o que me aconteceu esta noite? Sussurrou ele
 - Não. Mas, gostávamos de saber.
 - Esta Noite estive com o Pai Natal. Ele é muito querido! Até me levou para casa e foi nesse momento que me deu o casaco. A partir deste Natal vou-lhe escrever sempre!

 Bárbara Coutinho T.R.Ferreira    - Turma 27 - Nº3 – 4ºAno


Sargento Pimenta

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012


Veja mais imagens em www.megamensagens.com

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

terça-feira, 20 de novembro de 2012

S. MARTINHO - OS NOSSOS TRABALHOS

Estes desenhos foram feitos pelos alunos da CAF, depois de uma visita à Biblioteca.





















ACRÓSTICOS DO MAGUSTO TURMA 24 - 3º ANO



sexta-feira, 16 de novembro de 2012

sábado, 27 de outubro de 2012

domingo, 14 de outubro de 2012

domingo, 9 de setembro de 2012

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

LENDA DE S. MARTINHO




Lenda de São Martinho

Martinho nasceu entre o ano de 315 e 317 em Sabaria, no território da actual Hungria. Era filho de um soldado do exército romano e, como era tradição, acabou por seguir a profissão do pai, tendo entrado para o exército com apenas 15 anos de idade.
Apesar de professar a religião dos seus antepassados, adorando os deuses que faziam parte da mitologia romana, o jovem Martinho não era sensível à religião pregada três séculos antes por um homem bom de Nazaré. Um dia aconteceu um facto que o marcou para toda a sua vida:
Numa noite fria e chuvosa de Inverno, às portas de uma localidade de França chamada Amiens, talvez no ano de 338, Martinho ia a cavalo quando viu um homem quase sem roupa no corpo, com um ar miserável, que lhe pediu uma esmola. Como Martinho não levava consigo qualquer moeda, cortou a sua capa ao meio e, num gesto de ternura, entregou metade ao mendigo para que este se pudesse agasalhar.
Reza a lenda que o mendigo seria o próprio Jesus e que, depois de ter recebido metade da capa de São Martinho, a chuva parou imediatamente e os raios de sol começaram a aparecer por entre as nuvens.
A partir desse dia Martinho sentiu-se um homem novo, tendo sido baptizado provavelmente na Páscoa do ano de 339. Como, oficialmente, só podia abandonar o exército com a idade de 40 anos, Martinho optou por se exilar para, desta forma, se afastar da vida militar.
Com o tempo as suas pregações e o seu exemplo de despojamento e simplicidade fizeram dele um homem considerado Santo e muitos homens seguiram-no, optando pela vida monástica.
No ano de 357 Martinho foi dispensado oficialmente do exército e, em 371, aclamado bispo de Tours. Faleceu em Candes no dia 8 de Novembro de 397 e o seu corpo foi acompanhado por mais de dois mil monges e muitos homens e mulheres devotos, tendo chegado à cidade de Tours no dia 11 de Novembro.
O seu culto começou logo após a sua morte e, hoje em dia, um pouco por toda a Europa, os festejos em honra de São Martinho estão relacionados com o cultivo da terra, previsões do ano agrícola, festas e canções desejando abundância e, nos países vinícolas do Sul da Europa, com o vinho novo e a água pé.
O São Martinho é festejado não só em Portugal, mas também na Galiza e nas Astúrias, em Espanha. Antigamente, nos tempos dos nossos avós, eram frequentes os "Magustos". Grandes fogueiras ao ar livre, no campo, reuniam amigos e familiares que cantavam e dançavam enquanto as castanhas estalavam no lume. O vinho novo, jeropiga ou água-pé acompanhavam as castanhas assadas, pois, como diz o ditado popular "no dia de São Martinho vai à adega e prova o vinho". Os vendedores de castanhas assadas são um dos símbolos de São Martinho. É nesta época do ano em que, evocando a lenda do Santo, o tempo sempre melhora, período ao qual o povo chama "Verão de São Martinho".
HISTÓRIA DA CASTANHA



Numa árvore muito bonita e com muitos ramos, viviam as castanhas dentro das suas casinhas. Um dia, estavam as castanhas a dormir, de repente ouviram um barulho:
Vum, Vum...
Logo descobriram que era o vento e deixaram-se estar dentro das suas casinhas. Mas, a mais pequenina, que nunca tinha ouvido aquele barulhinho, abriu a sua casinha e espreitou. Mal espreitou, o vento soprou, soprou e a castanhinha sem saber como “ Pum! “ caiu logo para o chão. Como o vento continuava a soprar, ela resolveu esconder-se debaixo da árvore. Então, olhou para cima quando o vento se foi embora e viu que as suas irmãs continuavam nas suas casinhas e só ela estava cá em baixo.
E agora, como é que eu posso voltar à minha casinha, as manas castanhas nada podem fazer por mim!
Oh! Como ela estava cada vez mais triste, começou a chorar. Chorava tanto que nem deu por um bichinho que se aproximava dela.
Hum! Hum! Mas que Castanha chorona!
Querem ver que não me viu?
Castanhinha! Castanhinha!
Mas quem me chama? Não vejo ninguém.
Aqui no chão ,ao pé de ti.
Ah! Quem és tu?
Eu sou a Minhoca. Porque choras Castanhinha?
Como caí da minha casinha, agora não posso mais voltar para ela.
Pobre Castanhinha! Vou pensar, talvez encontre uma maneira de tu voltares, mas não chores para eu poder pensar.
E, assim, a Minhoca pôs-se a pensar andando à volta da Castanha.
Achei, achei, Castanhinha. Vais voltar para a tua casinha. Eu prometo!
Como? Que diz, Srª Minhoca?
Calma, eu volto já.
E lá foi a Minhoca sem dizer nada à Castanha. Quando voltou, a Castanha não viu nada de diferente.
Piu, Piu, esta é a Castanhinha que vais ajudar.
Oh! Que lindo passarinho! Vais mesmo ajudar-me?
Claro, Castanhinha!
Com muito cuidado, o passarinho pegou na pequena Castanha pelo bico e lá foi colocá-la na sua casinha.
Oh! Como é bom voltar à minha casinha e como ela é tão quentinha.
Obrigada, Piu, Piu.
Adeus Castanhinha.
Quando quiseres vem ver-me.
Adeus, senhora Minhoca. Muito obrigada.
Adeus, Castanhinha e toma cuidado.



A bruxa Castanha


Numa casa muito estranha
Toda feita de chocolate
Vivia uma bruxa castanha
Que adorava o disparate

Punha os copos no fogão
As panelas na banheira
Os sapatos nas gavetas
As meias na frigideira

Escrevia com fios de água
Dormia sempre de pé
Cozinhava numa cama
E comia no bidé

Varria a casa com garfos
Limpava o pó com farinha
Deitava 100 gatos na sala
E dormia na cozinha.

António Mota


castanha

Esta semana o nosso destaque vai para as CASTANHAS.

Presume-se que a castanha seja oriunda da Ásia Menor, Balcãs e Cáucaso, acompanhando a história da civilização ocidental desde há mais de 100 mil anos. A par com o pistácio, a castanha constituiu um importante contributo calórico ao homem pré-histórico que também a utilizou na alimentação dos animais.

Os gregos e os romanos colocavam castanhas em ânforas cheias de mel silvestre. Este conservava o alimento e impregnava-o com o seu sabor. Os romanos incluíam a castanha nos seus banquetes. Durante a Idade Média, nos mosteiros e abadias, monges e freiras utilizavam frequentemente as castanhas nas suas receitas. Por esta altura, a castanha, era moída, tendo-se tornado mesmo um dos principais farináceos da Europa.

Com o Renascimento, a gastronomia assume novo requinte, com novas fórmulas e confecções. Surge o marron glacé, passando de França para Espanha e daí, com as Invasões Francesas, chega a Portugal.

A castanha que comemos é, de facto, uma semente que surge no interior de um ouriço (o fruto do castanheiro). Mas, embora seja uma semente, como as nozes, tem muito menos gordura e muito mais amido (um hidrato de carbono), o que lhe dá outras possibilidades de uso na alimentação. As castanhas têm mesmo cerca do dobro da percentagem de amido das batatas. São também ricas em vitaminas C e B6 e uma boa fonte de potássio. Consideradas, actualmente, quase como uma “guloseima” de época, as castanhas, em tempo idos, constituíram um nutritivo complemento alimentar, substituindo o pão na ausência deste, quando os rigores e escassez do Inverno se instalavam. Cozidas, assadas ou transformadas em farinha, as castanhas sempre foram um alimento muito popular, cujo aproveitamento remonta à Pré-História.

in:http://pt.wikipedia.org/wiki/Castanha


terça-feira, 24 de maio de 2011

segunda-feira, 9 de maio de 2011


No próximo dia 27 de Maio, vamos receber a escritora Regina Gouveia.
Será um dia diferente para os alunos da nossa escola. Da parte da tarde, a escritora apresentará o seu trabalho aos alunos e a partir das 21 horas estará presente na nossa Feira do Livro.


REGINA GOUVEIA


Regina Gouveia nasceu em 1945. É licenciada em Físico-Químicas e Mestre em Supervisão Professora do Ensino Secundário aposentada, colaborou vários anos com o Ensino Superior, nomeadamente com o Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Actualmente lecciona na Universidade Popular do Porto e, como voluntária, colabora com a Biblioteca Almeida Garrett no Porto, divulgando a ciência e a poesia, junto dos mais pequenos.

Em 2005, no âmbito do Ano Internacional da Física, foi agraciada com a comenda da Ordem da Instrução Pública e premiada com o prémio Rómulo de Carvalho. É autora do livro de didáctica Se Eu Não Fosse Professora de Física. Algumas Reflexões sobre Prática Lectivas e do livro de ficção Estórias com Sabor a Nordeste.

No âmbito da poesia, tem poemas dispersos em várias publicações, nomeadamente na antologia, Um Poema Para Fiama.

É autora de Reflexões e Interferências, Magnetismo Terrestre e de Era Uma Vez… Ciência E Poesia No Reino Da Fantasia, livro de poesia infantil recomendado no âmbito do Plano Nacional de Leitura. Tem trabalhos classificados em concursos quer no âmbito da poesia quer no da ficção.


terça-feira, 3 de maio de 2011

Canção interpretada pelos alunos da turma 22

Cancao Little Red Riding Hood by eb1jidomeiral

Tchaikovsky - Little Red Riding Hood by eb1jidomeiral

sábado, 30 de abril de 2011

quarta-feira, 20 de abril de 2011

terça-feira, 8 de março de 2011